domingo, 9 de maio de 2021

MEU BEM QUERER

*Evely Cavalcante

Anjos do céu

Com ferradura de aço...

É essa Mulher

Que merece um abraço.

 

Feminina com grito voraz

Mexer com ela até pode

Desde que não atinja seus ideais.

 

Filhos...

Seus amuletos de sorte,

São eles, vitaminas de determinação,

Por eles é capaz de lutar até a morte.

 

Mãe...

É seu nome de guerra,

Um ser, desenhado por Deus,

É enviado para o planeta Terra.

 

Vamos aproveitar

Esse bem querer

Quem tem sua mãe de lado

Aproveite bem, pra valer!

 

Por que é um ser tão querido,

Que até Deus, ao chegar a hora,

Coloca no colo e a leva embora!

 


*Evely Francynéia Sousa Cavalcante, nasceu em  Nina Rodrigues (MA) em 26 de novembro de 2007.  Estudante e poeta, aos 10 anos foi ganhadora do concurso de poesia, modalidade infantil, 1º lugar, pela escola Domingos Hilton (2018), como os poemas Vila da Manga e Balaiada, desde então, nunca mais parou de escrever poemas, principalmente com foco ligados aos temas históricos da sua cidade natal, a histórica Nina Rodrigues antiga Vila da Manga do Iguará. Foi uma das finalistas no projeto da Academia Vargem-grandense de Letras e Artes, “AVLA na Escola, Descobrindo Talentos” (2019) e participou do Iguaraense, 175 anos de Vargem Grande, organizado por Jucey Santana. Publica normalmente seus poemas no Blog da Jucey Santana e no Jornal de Itapecuru.

 


sexta-feira, 7 de maio de 2021

CRÔNICAS DE ANAJATUBA

                                       Obra do escritor Mauro Rego

       


    Certo dia recebi a visita do escritor Inaldo Lisboa em minha residência em Anajatuba. Ele vinha de um trabalho, junto a alguns membros da comunidade, para edição do documentário “Mauro Rêgo, uma antena de Anajatuba” lançado em dezembro de 2020.

          Durante nossa conversa falei de meu trabalho atual, que era organizar algumas crônicas publicadas em vários jornais ou que apenas foram conservadas. Inaldo leu parte do material e pediu que concluísse o trabalho com brevidade, pois desejava incluí-lo no Plano Editorial da Academia Itapecuruense de Ciências, Letras e Artes (AICLA), onde figuraria como o primeiro livro do Projeto.

          Reuni então o que dispunha sem preocupação da ordem cronológica, mas apenas agrupando por assunto. Aqui está o resultado desse trabalho que constitui o livro “As Crônicas de Anajatuba” editado pela Viegas Editora e que constitui a primeira obra das Edições AICLA. Tratando-se de crônicas publicadas ou escritas em várias épocas, algumas estão fora do contexto atual, pois as conservei da forma que foram escritas. E como a História é dinâmica, muitos assuntos dessa época agora parecem fora do tempo. Muitas pessoas que foram citadas já partiram para outra dimensão, mas continuam enriquecendo essas lembranças.

     

     Dediquei algumas crônicas para lembrar o Padre Chiquinho (Mons. Francisco de Paula Dourado e Silva), considerado o nosso patriarca do Sé. XX. Algumas vezes voltei às experiências da época dos Fantasmas do Campo e outras referem-se a fatos nunca elucidados e que, neste livro, aparecem em forma de denúncia, como é o caso das questões dos limites. Dessa forma espero ter atendido as expectativas dos leitores que me procuraram para ter notícia desse novo trabalho.

                                                                                * Mauro Rêgo

 

 


*Mauro Bastos Pereira Rego, escritor, poeta e professor anajatubense.

 Desde criança, Mauro Rego sempre foi   muito afeito a leituras. Aos dez ou onze anos já havia lido obras de Alexandre Dumas, José de Alencar, Jorge Amado, Castro Alves e Gonçalves Dias. Aos doze anos ingressou no Seminário de Santo Antonio, em São Luís, onde participou  da Academia Lítero-Musical Dom Francisco e conviveu com Hélio Maranhão, Manuel Lopes, José Maria da Silva, João Mendonça Cordeiro  e vários outros que mais tarde se destacaram nas letras do Maranhão.

          Entusiasmado com Teatro, participou, em Anajatuba, da encenação de algumas peças teatrais escritas por Mariana Luz  como ator mirim e chegou a escrever peças teatrais, uma das quais foi encenada pelo Grêmio Estudantil Anajatubense.

          Em São Luís, trabalhou no Jornal do Povo, de Neiva Moreira onde entrou como revisor e depois como repórter. Escreveu crônicas que publicou em vários jornais, inclusive no Pacotilha – O Globo, que publicou o seu primeiro trabalho sob o pseudônimo de Bastos Júnior, no ano de 1955. Publicou crônicas no Jornal do Dia, Jornal Pequeno, O Estado do Maranhão, Jornal de Itapecuru e outros, em diversas épocas. Essas crônicas e outras não publicadas, fazem parte do seu último livro, As Crônicas de Anajatuba,  a primeira obra literária do Plano Editorial da Academia Itapecuruense de Letras, Ciências e Artes (AICLA), graças ao interesse do seu Presidente, Professor Francisco Inaldo Lisboa a quem Mauro Rega patenteia a sua gratidão. Esse livro já foi lançado em forma virtual durante a II FLIM (Feira Literária de Itapecuru-Mirim), em dezembro de 2020. O prof. Inaldo Lisboa editou recentemente um vídeo acerca da  sua obra,  que intitulou Mauro Rêgo, um ícone de Anajatuba, que mereceu muitas boas referências de toda a  região.

          Em Codó, para onde foi transferido em 1958, fundou o primeiro estabelecimento de ensino médio daquela cidade, o Colégio Magalhães de Almeida, hoje desativado. Ali, movido pelo interesse antigo, encenou a peça As Mãos de Eurídice, de Pedro Block.

          Embora desde sua  pré-adolescência, escrevesse alguns poemas, somente em 1982, lancei meu primeiro livro de poesias, Taça Vazia, seguindo de Ganzola, em 1986, este último com a orelha escrita pelo poeta Carlos Cunha. Em 1999 publicou o Santa Maria de Anajatuba (história e reminiscências), cuja 3ª edição, revista e atualizada, será lançada ainda neste ano de 2021. A primeira edição desse livro, revista pelo poeta Manuel Lopes e em cuja orelha consta a sua apreciação, teve sua primeira edição patrocinada pelo Dr. Elano de Paula, proprietário da Fazenda Tiracanga e, a segunda edição, lançada e patrocinada pela Universidade Estadual do Maranhão (UEMA).

          Em 2004 o escritor lançou  Os Fantasmas do Campo I, com segunda edição em 2018. Os Fantasmas do Campo II foi editado em 2009. Esses dois volumes tratam das lendas e crendices dos  campos anajatubense, comuns em toda a Baixada Maranhense à qual o município de Anajatuba pertence, e que muito o orgulha.

          Recebeu os títulos de Cidadão Codoense e Cidadão Itapecuruense, outorgados pelas respectivas Câmaras Municipais. É membro fundador da Academia Anajatubense de Letras, da Academia Itapecuruense de Letras e da Academia Maçônica Maranhense de Letras. É Também membro correspondente da Academia Vargem-grandense de Letras.

         

         

SER MÃE


                            *Israela Cruz

 

Ser mãe é um jardim florido

 

Sempre alegre em dias difíceis

 

E se tens um colo amigo

 

És um Sol sorrindo

 

Uma noite de luar

 

Uma mulher radiante, sem ela não teria vida

 

Mãe, tem abraços

 

Tem carinho

 

Tem a careta

 

Um sorriso doce e fofinho

 

Ser mãe é uma ternura que brilha

 

Uma dor que um dia vale a pena

 

O chamando de filha(o)

 

Mãezinha, é que cuida da dor

 

És uma mulher querida

 

E com afagas do amor cura minhas feridas

 

Ser mãe, é uma é a essência

 

É um oceano de dedicação

 

És bela a sua alma, que guardo em meu coração

 

Feliz Dia das Mães

Israella Cruz

 

*Israela Alves da Cruz Mendes nasceu na localidade Cigana, zona rural de Itapecuru Mirim (MA), em 08 de maio de 1999. Filha de Juarez Pereira e Marinalva Alves da Cruz.  estudou na Escola Newton Neves, é cronista e poeta. Seus textos são publicados com frequência no blog de Jucey Santana e no Jornal de Itapecuru. Faz parte do Núcleo de Estudos de Mariana Luz – NEMA. Desde muito cedo começou sua produção poética. É inspirada na natureza e nas pessoas que a rodeiam. Por força de limitação auditiva, aprendeu a linguagem dos sinais – Libras, que atualmente, domina com facilidade.

 

 

 

 

domingo, 2 de maio de 2021

EFEMÉRIDES IGUARAENSES

                                                        MÊS DE MAIO

     04.05.1827. Oficio do Presidente da Província ao Comandante Geral de Iguará comunicando a captura do ladrão de escravos da Fazenda Santa Luzia (atual Presidente Vargas);

        06.05.1890. Nomeado o Presidente da Intendência de VargemGrande, José Marciano Bezerra; 

       08.05.1833. Criação da freguesia de Manga do Iguará, sob a proteção de São Sebastião do Iguará, pela Lei Provincial. nº 13;

     08.05.1954. Nascimento do compositor e poeta, vargem-grandense, Manoel  Juarez Castro Lopes;

      09.05.1923. Extinta a comarca de Itapecuru Mirim passando a categoria de termo judiciário, de Coroatá, juntamente com Vargem Grande;

     10.05.1949. Posse da poeta, professora e musicista, Mariana Luz, como fundadora da cadeira número 32 da Academia Maranhense de Letras;

   10.05.1923. Sangrento combate entre as tropas portuguesas e  itapecuruenses, iguaraenses, e outros, em frente a antiga Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos de Itapecuru Mirim, para consolidação da Adesão do Maranhão a Independência;

     13.05.1841. Duque de Caxias passou o governo ao seu sucessor, João Antonio Miranda, com estas palavras: “sou militar, e, como tal, sempre obedeci e obedecerei as autoridades constituídas;... Neste momento devolvo a V. Excelência, a presidência desta   província, inteiramente restituída da paz, depois de dois anos de calamitosa guerra civil”;

    18.05.1905. Nascimento do professor Manoel Germano dos Santos, no povoado Leite, de Itapecuru Mirim. O professor era pai da escritora Jucey Santana;

 

    18.05.1841. O Presidente da Província sancionou a Lei nº 176 para execução de várias obras na vila de Manga do Iguará:limpeza da estrada até o povoado Leite, ponte no sobre o riacho Paulica, no lugar Penteado e a construção de novos edifícios para a casa da câmara e a cadeia pública;

 

     24.05.1796. Confirmação de uma sesmaria a Dona Rita Vitória Guilhon na Ribeira do Iguará;

   24.05.1913. Nascimento de Antonio Uchoa Frazao, (Tonico Fra- zao), político presvarguense, patrono da cadeira nº 31 da Acade- mia Vargem-grandense de Letras e Artes; 

     25.05.1823. Proclamação da Adesão do Maranhão a Independên- cia do Brasil em Manga do Iguará;

     25.05.1830. Nomeação de um professor da cadeira de Gramática Latina, para a escola de 1ª letras da freguesia de Nossa Senhora das Dores do Iguará; 

    31.05.1950. Nascimento do escritor Raimundo Nonato Barroso de Oliveira, membro fundador da cadeira 14 da Academia Vargem-grandense de Letras e Artes, fundada em 14 de julho de 2019;

    31.05.1958. Inauguração da Rodovia MA-23, que ligava Itapecuru Mirim a Vargem Grande, grande anseio da população iguaraense,  depois da inauguração da ponte de concreto sobre o rio Itapecuru em 1.7.1956;

 

            Do livro  - O Iguaraense, 175 anos de Vargem Grande (2020), pag. 305, organizado por Jucey Santana.

domingo, 25 de abril de 2021

MARIANA LUZ, Murmúrios e Outros Poemas

                                                        Obra de Gabriela Santana

        


      Neste ano de 2021, ano que comemoramos os 150 de nascimento da imortal poeta Mariana Luz,  a pesquisadora Gabriela Santana,  nos brinda com uma  bela edição do conjunto da obra poética de ilustre poeta itapecuruense "Mariana Luz, Murmúrios e outros poemas".

             Trata-se de  estudo introdutório acompanhado de vários de  poemas  que com certeza  enriquecerá o nosso conhecimento acerca da biografia e da produção da grande escritora de Murmúrios que ficou no esquecimento por longas décadas.       

             O presente e livro é um convite à leitura, à reflexão e ao debate, e pode ser encontrado na Livraria AMEI (Associação Maranhenses dos Escritores Independentes), com endereço no Shopping Center São Luis, no bairro Jaracati, São Luis Maranhão.

 

 


*Gabriela de Santana Oliveira nasceu em São Luís (MA), filha de Jucey Santos de Santana e José Pereira de Santana, pesquisadora, cronista, graduada em Administração de Empresas, pela Universidade CEUMA (1994), mestra em Estudos teóricos e críticos em Literatura pelo programa Pós-Graduação em Letras – PG, Letras pela Universidade Federal do Maranhão. Pesquisadora vinculada ao Grupo de  Estudo e Pesquisa em Lírica Contemporânea de Língua Portuguesa – UFMA. Graduada em Administração de Empresas e  em Letras- Inglês pela  UFMA.

 


 

sexta-feira, 23 de abril de 2021

ESCOLA PAROQUIAL E GINÁSIO BANDEIRANTE

                                                       Nossas Memórias


         José Paulo Lopes

     Uma história pra não ser esquecida, duas instituições  de ensino, Escola Paroquial e Ginásio Bandeirantes,  que deixaram  um legado imorredouro para todos nós,   orgulha aos itapecuruenses  que estiveram nos anos 70 nesse palanque de ouro das nossas vidas,  gravado para sempre em nossa memória.

        Puxando pela memória e conversando com muitos amigos da época enumeramos abaixo alguns nomes, apelidos e sobrenomes de personagens que conviveram conosco nos bancos das escolas citadas, naquela época dos Beatles, Hipies, Governos Militares,  Padre Albino, Clovis Sineiro, Orlando Mota, Boate Iguaraci, Bailes de Primeira,  de Segunda e até de terceira categoria social, Ideal Social Clube, os Inferninhos, Clube Social e suas restrições,  Nonato e Seu Conjunto,  Valdik Soriano, Roberto Carlos, Nelson Gonçalves,  Mundico Cardoso e sua banda, Instalação da televisão preto e branco na Praça, Morte dos Judas, Encontro dos jovens na Praça Gomes de Sousa, Laurentino Boneca, Voz Paroquial São Benedito, Cinema preto e branco do seu Joaquim,  Boite Andorinha e o PTA, Os Bandeirantes conjunto eletrônico, Jovem Guarda, rixas da Escola Paroquial com o Gomes de Sousa e o Bandeirante com a Escola Normal,  as oficinas que nossos pais nos obrigavam a frequentar para aprendermos um oficio,  como  do Bruno Marceneiro, Antenor, Benedito Aleixo, O Barão ou Joaquim Araújo para aprender a tocar instrumentos musicais, as alfaiatarias, funilarias  e outros que teimam em permanecer em nossas memórias:

   

           Arturzinho, Ariel Chaves, Amanda, Aurideia Cavalcante, Aurinete Cavalcante, Antônio Pereira, Arlete Matias, Ana Rafaela, Adma, Antônia Magalhães, Augusto Rodrigues, Adozinha, Aparecida, Benedita, Beth, Benjamim, Benedito Cardoso, Benedito Coroba, Célida Lauande, Celeste Nogueira, Chico Moura, Cotinha Nogueira, Delcimar Matias, Diana Araújo, Diva Amorim, Doca, Doquinha Rodrigues, Elane Castro, Eliane Rodrigues, Elda, Eurly Matos, Elístia Mendes, Flor de Lis Amorim, Leo, Franciane Azevedo, Hildenê Lauande, Itaan Santos, Itelvina, Izinha, Joana, Jorge Araújo, João Telestoro, Jacqueline Oliveira, José Henrique, José Jorge, José Paulo, José Augusto, Leila Rodrigues, Lísia Amorim, Luzia Mendes, Luzia Pinto, Maria Cardoso, Maria de Jesus, Maricélia, Marise, Warluze, Margarida, Naná, Nazita, Nilda, Nilma, Neta Magalhães, Nona, Nominanda, Nonatinha, Niquinho, Osório, Oscar Moura, Odinéia Ribeiro, Pretinha, Patrício, Rayssa Marinho, Ribamar, Rita Sardinha, Sílvia, Socorro Chaves, Socorro Felix, Suely, Socorro Matos, Tarcísio Mota, Tarcísio Chaves, Teca Cruz, Tereza Pinto, Tereza Rodrigues, Tereza Abreu, Tereza Cristina, Valter Marinho, Valdelice, Zequinha Marinho, Odilon, Valber Montelo, Fatima Moura, Urubatan Mendes, Urubatan Oliveira, Almir Brito, Pintinho Rodrigues, Alberto Pinho, Jaiminho, Neguinho de Jaime, Luiz Aquino, índio do Brasil, Sebastião Bógea, Félicia, Betinho Félix, Tonton, Zeca Cruz, Alteredo, Jayron, Tote de Ducarmo, Jane, Zé Jorge, Rita Araújo, Nilson, Neuvaldo, Cabeça de Bagre, Velho Barba, Irmã Judit, Alfredo Selares, Seu Velho, Pixuí, Ciridó, Tia Dorinha

    Dos companheiros aqui citados, a maioria migrou da Escola  Paroquial para o Ginásio Bandeirante de Itapecuru Mirim e a camaradagem perdurou por longos anos, muitos dos quais continuam  mantendo fraterna amizade.

    Não podemos esquecer os ilustres diretores e professores que nos guiaram e orientaram, naquele período de ouro das nossas vidas, nossa eterna gratidão:  Dr. Fernando Welington, Dona Rose, Padre Benedito e os professores: Aciran Paulo, Maria José Valquitans, Maria das Dores Cardoso, Teresa Aragão Mendes. Nossa homenagem póstuma ao saudoso Padre Albino,  um pioneiro,  que construiu a Escola Paroquial e implantou o Ginásio Bandeirantes em Itapecuru Mirim.

       Aos amigos que perdemos ao longo da nossa jornada, fica a saudade eterna: Zé Jorge Rodrigues, José Henrique, Ribamar Fofão, Conceição Belfort, Padre Benedito, Conceição Matos, Teresa Aragão e tantos outros que fogem da nossa memória ...

      Colaboradores da pesquisa:  Rita Sardinha, Jucey Santana e Tubaê Bandeira